50 anos do FNDCT é celebrado com exposição de fotos de projetos no Congresso Nacional

Um dos mais importantes fundos de fomento ao desenvolvimento do Brasil, o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – FNDCT chega aos 50 anos. E para celebrar todas as conquistas e evolução do setor ao longo desses anos, na tarde desta quinta-feira (03), no Salão Negro do Congresso Naconal, foi aberta uma exposição comemorativa com fotos dos principais projetos apoiados pelo FNDCT. O senador Izalci Lucas (PSDB/DF), presidente da Frente Parlamentar Mista de Ciência, Tecnologia, Pesquisa e Inovação, prestigiou o evento de abertura da mostra juntamente com outros parlamentares.

A ideia do ministério é que a exposição, composta por 35 painéis que mostram os principais projetos desenvolvidos com recursos do fundo, percorra outros órgãos públicos. O FNDCT foi criado em 1969 como um instrumento financeiro de integração da ciência e tecnologia com a política de desenvolvimento nacional. A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), vinculada ao MCTIC, é a secretaria-executiva do fundo desde 1971.

Os recursos do FNDCT têm origens diversas. Atualmente, são 16 fundos setoriais em operação, sendo que 14 são destinados a setores específicos: saúde, biotecnologia, agronegócio, petróleo, energia, mineral, aeronáutico, espacial, transporte, mineral, hidro, informática, automotivo, além de um que tem por foco a Amazônia Legal.

Na cerimônia de abertura da exposição, o ministro da Ciência, Tecnologia, Pesquisa e Inovação, Marcos Pontes, ressaltou a importância do setor na vida das pessoas. Para Pontes, o país tem “potencial para ser protagonista no ramo”. “Nós temos a missão de gerar conhecimento e riquezas para o Brasil, e contribuir para a qualidade de vida das pessoas”, disse o ministro.

Em seu discurso, o senador Izalci Lucas voltou a pedir mais atenção para a ciência, tecnologia, pesquisa e inovação. O presidente da Frente Parlamentar do setor lembrou que levará o debate da falta de recursos financeiros para a comissão mista de orçamento (CMO) do Congresso.

“Nós queremos debater com o ministro da Economia e da Educação sobre essa falta de recursos para a educação e ciência e tecnologia na CMO. Quando fala que precisamos de recursos para essas áreas todo mundo apoia, mas quando chega na CMO cortam a verba. O Brasil faz o caminho inversos de outros países. A gente vê que eles investem em educação, em ciência e tecnologia nos momentos de crises, enquanto aqui nós contingenciamos a verba”, lamentou o parlamentar.

Após a cerimônia de abertura, parlamentares e o ministro Marcos Pontes descerraram a fita simbólica de inauguração da exposição.

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